¿La comida no me basta… qué busco?

 "Madre e hijo" - Picasso, 1921

“Madre e hijo” – Picasso, 1921

Aspectos inconcientes del Comportamiento Alimentar(1)

            ¿ Las personas   acostumbran  reflexionar sobre cómo  era     su    alimentación    en la infancia?     Cuando alguien desea evaluar   como   está siendo su alimentación  actualmente, esta persona debería  buscar  respuestas   en    su   comportamiento  alimentar    infantil, principalmente en el tiempo en que aún era bebé,   pues,  generalmente,   hay  una   relación     entre las  vivencias que tuvo cuando fue alimentado y la manera como se   alimenta   hoy.

             Cuando somos adultos, al desear eliminar peso, encontramos    incoherencias entre un deseo consciente de adelgazar y, al mismo tiempo,  impulsos     inconscientes que resisten a todo el proceso que involucra la reeducación alimentar.   El Inconsciente registra los   acontecimentos   desde   la   infancia,   lo   que,   muchas     veces,    no   es  recordado conscientemente. Esta peculiaridad de la  mente  puede  comprometer  el éxito   en la mudanza del comportamiento alimentar.

            La forma  como  hoy el  adulto se alimenta,  puede reproducir como él  se  sentía cuando era alimentado en la infancia,  pues el niño siente aquello que el otro – la madre, el padre o  la cuidadora –, sin percibir, transmite durante  el  proceso  alimentar.  Los  estímulos  de esa interacción  vivida   entre   madre y bebé,   en los   primeros   meses   de   vida,   son    sentidos intensamente en la región  oral,  y es   a través  de ella    que  el niño  empieza   a  percibir  el mundo en el  cual vive.

           Normalmente, el bebé busca en el seno  materno, no solamente la satisfacción alimentar, también  quiere encontrar el  afecto  sentido  en estas  primeras   experiencias  vinculares.  El  bebé busca   cariño,  afecto   y  amor;  sin embargo,   a    veces,   encuentra  rechazo  o  apenas aceptación.  Así, podemos pensar que este ser humano  pasará   toda la vida   intentando encontrar este afecto que le faltó mientras era bebé. Al vincular este  sentimiento al alimento, lo  busca constantemente. Como nunca lo encuentra,  se  torna compulsivo en sus hábitos alimenticios.

            Estas vivencias infantiles y primarias servirán para nuestro psiquismo como padrones de respuestas futuras. Quién no recibió ese intercambio de afecto y cariño  en el  momento  de la alimentación, podrá continuar esa búsqueda cuando  se torne adulto. O sea,  podrá   compensar a través de la comida el amor no recibido por aquellos con quienes convivió.

             ¿Y que es lo que sucede  cuando hubo gratificación demás?

Obs.: Existen otras dinámicas, que veremos en otro momento.

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A comida não basta… o que procuro?

 "Madre e hijo" - Picasso, 1921

“Madre e hijo” – Picasso, 1921

Aspectos inconscientes do Comportamento Alimentar(1)

             Será que as pessoas costumam refletir sobre como  eram  as   suas    refeições     na infância?     Quando alguém deseja avaliar   como   está   realizando suas refeições, atualmente,  deveria  buscar  respostas   em    seu   comportamento  alimentar    infantil, principalmente no tempo em que ainda era bebê,   pois,  geralmente,   há   uma   relação     entre as vivências que teve quando foi alimentado e a maneira como se   alimenta   hoje.

             Quando adultos, ao desejarmos eliminar peso, encontramos    incoerências entre um desejo consciente de emagrecer e, ao mesmo tempo,  impulsos     inconscientes que resistem a todo o processo que envolve a reeducação alimentar.   O Inconsciente registra os   acontecimentos   desde   a   infância,   o   que,    muitas     vezes,    não   é  lembrado conscientemente. Esta peculiaridade  da  mente  pode  comprometer  o       sucesso   na mudança do comportamento alimentar.

            A  forma  como,  hoje,  o  adulto  alimenta-se pode reproduzir como ele  se  sentia quando era alimentado na infância, pois a criança sente aquilo que o outro – a mãe, o pai, a babá –, sem perceber, transmite durante  o  processo  alimentar.  Os  estímulos  dessa interação   vivida   entre   mãe-bebê,   nos   primeiros   meses   de   vida,   são    sentidos intensamente na região  oral,  e  é  através  dela    que  a  criança  começará  a  perceber  o mundo em que vive.

           Normalmente, o bebê busca no seio materno não somente a satisfação alimentar, ele quer encontrar o  afeto  sentido  nestas  primeiras   experiências  vinculares.  O  bebê busca   carinho,  afeto   e  amor;  contudo,   por   vezes,   encontra  rejeições ou   apenas aceitação.               Assim, podemos pensar que este ser humano  passará  a  vida  toda tentando encontrar este afeto, que lhe faltou enquanto bebê. Ao vincular este  sentimento ao alimento, busca-o constantemente. Como nunca o encontra, torna-se compulsivo em seus hábitos alimentares.

            Estas vivências infantis e primárias servirão para nosso psiquismo como padrões de respostas futuras. Quem não recebeu essa troca de afeto e carinho  no  momento  da alimentação, poderá continuar essa busca quando adulto. Ou  seja,   poderá   compensar através da comida o amor não recebido por aqueles com quem conviveu.

             E o que acontece quando houver gratificação demais?

Obs.: Existem outras dinâmicas, que veremos em outro momento.

Marcia Zart
Psicóloga

marcia@zart.com.br

As desculpas Pré e Pós fazem parte da sua vida?

Para obter sucesso no tratamento de Reeducação Alimentar é preciso estar preparado emocionalmente. Enquanto não estivermos prontos para as mudanças na rotina diária do seu dia-a-dia, ficaremos dando desculpas na tentativa de justificar a dificuldade para começar um tratamento com seriedade e com resultados satisfatórios.ALIMEN~2

Existem dois tipos fundamentais de desculpas:

As desculpas Pré são usadas como justificativas que tentam explicar o que estamos pensando ou planejando fazer.

Ex.: “ Não encontro tempo para ir na academia

As desculpas Pós são usadas para justificar algo que já fizemos  e sabemos que não nos cuidamos como deveríamos.

Ex.: “Ontem ingeri alimentos além do que deveria porque fui numa festa de aniversário

Enquanto estivermos fazendo uso de desculpas, seja ela qual for, não estamos preparados para mudanças em nossa vida.

Versiones y perversiones de la historia de la conducta alimentaria

El comportamiento de alimentación se ha modificado desde la prehistoria, donde la demanda de comida era por necesidad. En la evaluación de los aspectos culturales, los núcleos familiares y los traumas de la infancia, uno se da cuenta de que estos factores influyen en la conducta de los seres humanos en relación con los hábitos alimentarios

Pierre Auguste Renoir

Almoço dos Remadores – Pierre Auguste Renoir

actuales. En la clínica se observan casos de sufrimiento mental, como en trastornos obsesivo-compulsivos que resultan de las fijaciones orales, fenómenos anoréxicos y bulímicos.  Por lo tanto, hay interés en la investigación de los factores que determinan estos cambios distintos para cada individuo.

Así, desde un punto de vista psicoanalítico, junto con la experiencia en la atención clínica, este artículo presenta las diferentes versiones de la historia de la evolución y sus posibles perversiones en la escena de la comida. Se encontró que los registros significativos del pasado permanecen en nuestro inconsciente determinando entre muchos comportamientos, la relación de los seres humanos con sus hábitos alimenticios actuales, lo que están más relacionado con el placer.

 

Marcia Zart

Psicóloga

CRP 07/09289

Experta en Teoría y Clínicas Psicoanalíticas

Coordinador del Grupo de Comportamiento Alimentar

Miembro del Consejo Editorial de la Revista de Psicoanálisis Rabisco