LAS PEQUEÑAS LILAS BLANCAS ACOGIDAS POR WINNICOTT – por Márcia Zart

Margareth Little

Abordando al caso de Margareth Little visamos un entendimiento dinámico de la paciente y el  manejo de Winnicott. Este encuentro diferenciado y tan importante fue lo que llevó Margareth a publicarlo y le proporcionó una clara visión de la Clínica de Winnicott. La destruición y sobrevivencia, como la muerte y la vida, orbitaron en gran parte de la existencia de Margareth. En este trabajo, hemos visto que la destruición desarrolla su papel en la construcción de la realidad. Sin embargo, para que esto se pase, son necesarias condiciones favorables y Margareth encontró un lugar especial en su convivencia con Winnicott, que fue un analista que se adaptó a las necesidades de su paciente. Ella encontró al holding de que necesitaba para vincularse en una relación terapéutica. El ambiente era seguro y flexible, lo que le permitía tener su propio ritmo y ser auténtica además de fortalecer sus lazos con la realidad. La propia destrucción es parte de una creación y están inseparables.

 

Marcia Zart

Psicóloga

CRP 07/09289

Especialista en Teorías y Psicoterapias Psicanalíticas – Contemporáneo Instituto de Psicanálisis y Transdisciplinalidad – Porto Alegre/RS

Integrante de la  Comisión Editorial de la  Revista de Psicanálisis Rabisco

Organizadora con J.Outeiral  y otros, del Libro Winnicott: Seminários Cearenses, São Paulo/SP. Ed Zagodoni, 2012

marcia@zart.com.br

Porto Alegre – Rio Grande do Sul – Brasil

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OS PEQUENOS LILASES BRANCOS ACOLHIDOS POR WINNICOTT – por Márcia Zart

Resumo

Abordando o caso da Margareth Little, visamos um entendimento dinâmico da paciente e o manejo de Winnicott. Este encontro diferenciado e tão importante, levou Margareth a publicá-lo, o que nos propiciou uma visão clara da Clínica de Winnicott. A destruição e a sobrevivência, como a morte e a vida, circularam durante grande parte da existência de Margareth. Neste trabalho, vimos que a destruição desempenha o seu papel na construção da realidade.

Porém, para que isto aconteça, são necessárias condições favoráveis e Margareth encontrou um lugar especial em sua convivência com Winnicott, que foi um analista que se adaptou às necessidades de sua paciente. Ela encontrou o holding que precisava para vincular-se em uma relação terapêutica. O ambiente era seguro e flexível, o que lhe permitia ter o seu próprio ritmo e ser autêntica, além de fortalecer seus laços com a realidade. A própria destruição é parte de uma criação, e ambas são inseparáveis.

Margareth Little

Marcia ZartPsicóloga CRP 07/09289 Especialista em Teorias e Psicoterapias Psicanalíticas – Contemporâneo Instituto de Psicanálise e Transdisciplinaridade – Porto Alegre/RS

Integrante da Comissão Editorial da Revista de Psicanálise Rabisco

Organizadora com J.Outeiral e outros, do Livro Winnicott: Seminários Cearenses, São Paulo/SP. Ed Zagodoni, 2012

Melhor trabalho teórico clínico apresentado no XXI Encontro Latinoamericano sobre o Pensamento de Winnicott

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Caros colegas

Winnicott

Conforme a comunicação da APA – Asociación Psicoanalítica Argentina – em anexo, nossa colega Marcia Zart teve seu trabalho escolhido como 0 MELHOR TRABALHO TEORICO CLINICO apresentado no XXI Encontro Latinoamericano sobre o Pensamento de Winnicott realizado em Buenos Aires, no ultimo final de semana.
Estamos bastante orgulhosos com o premio que a Marcia recebeu e que é também um reconhecimento da qualidade dos estudos sobre D.W.W. realizados no Brasil.
Um abraço a todos
J. Outeiral
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Hola Marcia, espero hayas llegado OK.
TE GANASTE EL PREMIO AL MEJOR TRABAJO TEORICO CLINICO DEL CONGRESO.
TE FELICITO.
Creo que quedó en APA o quiza alguien te lo lleve. Cualquier cosa, me decis, saludos, Carlos Nemirovsky